NOSSA VISÃO – 15/04/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi divulgada a produção industrial da região em fevereiro, que recuou 0,2% em relação a janeiro e 0,3% em comparação com o ano anterior. A queda foi menor que a esperada.

Quanto à reunião do Banco Central Europeu, já era esperada a decisão de manter a taxa de refinanciamento em 0% e a de depósitos em -0,4%, além da reafirmação de que o juro irá se manter inalterado, pelo menos até o final deste ano.

Nos EUA, as encomendas à indústria caíram 0,5% em fevereiro, frente a janeiro, conforme era previsto e a inflação do consumidor teve a maior alta em 14 meses, ao subir 0,4% em março, frente a fevereiro e 1,9% em doze meses.

Na semana que passou, foi divulgada a ata da última reunião do FED, realizada em meados de março, em que reafirma que a instituição está paciente ainda em relação à política monetária e não há alta do juro prevista para este ano.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de altas e baixas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 0,08% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,13%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,51%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,29%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-Fipe, depois de ter terminado o mês de março crescendo 0,51%, desacelerou o ritmo de alta e caiu para 0,47% na primeira leitura de abril. Já o IGP-M subiu 0,62% na primeira prévia de abril, após ter aumentado 0,71% na primeira leitura de março.

Conforme o IBGE, o IPCA avançou 0,75% em março, frente a fevereiro, quando subiu 0,43%. Foi a maior taxa para um mês de março desde 2015. No ano a inflação acumulada foi de 1,51% e de 4,58% em doze meses. O INPC, por sua vez, subiu 0,77% em março, 1,68% no ano e 4,67% em doze meses.

Também conforme o IBGE, a vendas do comércio varejista ficaram estáveis em fevereiro, frente a janeiro. Na comparação anual, a alta foi de 3,9%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com a colaboração das ações da Petrobrás. O Ibovespa recuou 4,36% na semana. No ano a variação positiva é de 5,68% e em doze meses de 10,13%. O dólar, por sua vez, subiu 0,16% na semana e o IMA-B Total caiu 0,42%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 12 de abril, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,06% em 2019, frente a 3,90% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa, e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,95%, frente a 1,97% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,58%, frente a 2,70% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,78 no final de 2020, frente a R$ 3,75 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 83,36 bilhões em 2020, também como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em março.

Nos EUA, teremos a divulgação da produção industrial e das vendas no varejo em março, bem como do Livro Bege.

No Brasil, além dos dados parciais de inflação, teremos a divulgação do IBC-Br de fevereiro.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação do Livro Bege, instrumento que permite ao FED acompanhar a evolução da atividade econômica, e no Brasil será a divulgação do IBC-Br de fevereiro, além da atenção do mercado em relação ao avanço da reforma da Previdência no legislativo.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se reflete em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –12/04/19

Índices de Referência –Março/2019

 

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NOSSA VISÃO – 08/04/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi confirmada em 1,4% na base ano, a inflação do consumidor da região em março. Uma desaceleração indesejada pelo BCE, cuja meta para a inflação do consumidor é de 2% no ano.

Ainda em fevereiro, as vendas no varejo da zona do euro subiram 0,4% ante janeiro, acima das expectativas. Já a taxa de desemprego nesse mês ficou em 7,8%, estável em relação a janeiro.

Nos EUA, as vendas no varejo tiveram queda de 0,2% em fevereiro frente a janeiro, no sinal mais recente de que a atividade econômica nos EUA pode estar perdendo força.  Em março, a criação de vagas de trabalho não rural acelerou em relação a fevereiro ao atingir 196 mil novos postos de trabalho. A taxa de desemprego permaneceu em 3,8%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 4,01%, o FTSE-100, da bolsa inglesa avançou 1,69%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 1,59%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,45%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter terminado o mês de março crescendo 0,65%, acelerou o ritmo de alta e atingiu 0,80% na primeira leitura de abril.

Conforme o IBGE, a produção industrial no Brasil subiu 0,7% em fevereiro, frente a janeiro e 2,0% frente a fevereiro de 2018. Resultado abaixo das expectativas dos analistas.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de alta, com o Ibovespa subindo 0,94%. No ano a variação positiva é de 9,59% e em doze meses de 13,03%. O dólar, por sua vez, caiu 0,65% na semana e o IMA-B Total subiu 0,21%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 05 de abril, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,90% em 2019, frente a 3,89% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,97%, frente a 1,98% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,70%, frente a 2,75% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 81,89 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 83,38 bilhões em 2020, também como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em fevereiro, além de nova reunião do BCE sobre a política monetária.

Nos EUA, teremos a divulgação das encomendas a indústria em fevereiro, da inflação do consumidor em março e da ata da última reunião do FED.

No Brasil, além dos dados parciais de inflação e do IPCA de março, teremos a divulgação das vendas no varejo em fevereiro.

No exterior, o evento mais importante será a reunião do BCE sobre nova deliberação em relação às taxas de juros e no Brasil, desta vez sim, será a divulgação do IPCA de março, num momento em que a inflação está um pouco mais elevada por conta de pressões nos preços dos alimentos e dos transportes.

Em relação às aplicações dos RPPS continuamos a aconselhar o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta da posição assumida pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -05/04/19

Índices de Referência – Fevereiro/2019

NOSSA VISÃO – 01/04/2019

Retrospectiva

Depois do grande desentendimento entre o Executivo e o presidente do Legislativo, o mercado apresentou comportamento altamente volátil, com receio do comprometimento do avanço da reforma da Previdência. O ministro Paulo Guedes, participando de reunião na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado afirmou que poderia deixar o governo caso a reforma não fosse aprovada.

Depois disso ficou decidido que caberá ao ministro Paulo Guedes a coordenação das articulações políticas com o Congresso para tramitar a proposta da reforma da Previdência.  Foi também escolhido o relator da proposta, o deputado Marcelo Freitas, que afirmou esperar conclui-la até o final do primeiro semestre.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi divulgada a prévia da inflação do consumidor em março, que retrocedeu em relação a fevereiro. Enquanto nesse mês ela havia sido de 1,5%, em março caiu para 1,4% na base anual, bem abaixo da meta de 2% do BCE.

Nos EUA, nova estimativa do PIB do quarto trimestre de 2018 apurou o crescimento a uma taxa anualizada de 2,2% frente ao terceiro trimestre. Assim o PIB em 2018 cresceu 2,9%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de recuperação. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,42%, o FTSE-100, da bolsa inglesa avançou 0,99%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 1,20%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa caiu 1,95%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,61% na terceira quadrissemana de março, terminou o mês crescendo 0,65%. O IGP-M, por sua vez, depois de ter subido 0,88% na terceira prévia de fevereiro, terminou março com avanço de 1,26%.

Já o IPC-15, registrou alta de 0,54% em março, após ter avançado 0,34% em fevereiro. O resultado ficou acima das expectativas do mercado.

Quanto à ata da reunião do Copom, os membros do colegiado reconheceram que o ritmo da atividade econômica ficou abaixo do esperado no quarto trimestre e que a inflação deve subir nos próximos meses, mas apresentar recuo depois.

E conforme o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro, com mais de 13 milhões de pessoas desempregadas.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de recuperação, com o Ibovespa subindo 1,79%. No ano a variação positiva é de 8,57% e em doze meses de 11,77%. O dólar, por sua vez, subiu 0,39% na semana e o IMA-B Total caiu 0,01%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 29 de março, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,89% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,98%, frente a 2,00% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,75%, frente a 2,78% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 81,89 bilhões em 2019, frente a US$ 81 bilhões na última pesquisa e de US$ 83,38 bilhões em 2020, como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em março e das vendas no varejo, além da  taxa de desemprego em fevereiro.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo em fevereiro e da taxa de desemprego em março.

No Brasil, além dos dados parciais de inflação e do IPCA de março, teremos a divulgação da produção industrial em fevereiro.

No exterior, o evento mais importante será a divulgação do relatório de emprego em março e no Brasil será a divulgação do IPCA de março, num momento em que a inflação está um pouco mais elevada por conta de pressões nos preços dos alimentos e dos transportes.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -29/03/19

Índices de Referência – Fevereiro/2019

 

NOSSA VISÃO – 25/03/2019

Retrospectiva

Conforme havia dito, o governo entregou ao Congresso Nacional, na semana que passou a proposta de reforma da previdência dos militares, em que visa economizar R$ 97,3 bilhões ao longo de 10 anos. Entretanto, com a reestruturação das carreiras militares, a economia líquida seria de R$ 10,4 bilhões em 10 anos.

Está prevista para esta semana, o início da análise da PEC da reforma mais ampla da previdência, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois das recentes turbulências entre o Executivo e o Legislativo, espera-se que os ânimos se acalmem.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi divulgado o PMI composto que engloba a indústria e o setor de serviços. Depois de marcar 51,9 pontos em fevereiro, o índice desacelerou para 51,3 pontos em março, bem abaixo da expectativa de 51,8 pontos. A contração na indústria foi o que colaborou mais.

Nos EUA, os pedidos industriais aumentaram ligeiramente em janeiro, ao crescer 0,1% frente a dezembro, enquanto os analistas esperavam aumento de 0,2%.

Quanto a reunião do FED, o colegiado decidiu manter a taxa básica de juros na faixa entre 2,25% e 2,5% ao ano, ao mesmo tempo em que abandonou as projeções de novas altas da taxa para este ano, dado o risco de desaceleração da economia.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 2,75%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 0,29%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,77%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 0,82%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,57% na segunda quadrissemana de março, subiu 0,61% na terceira. O IGP-M, por sua vez, subiu 1,06% na segunda prévia de março, após ter subido 0,55% na segunda prévia de fevereiro.

Conforme o Banco Central, o IBC-Br, considerado prévia do PIB, caiu 0,41% em janeiro, em relação a dezembro. Na comparação com o ano passado, o índice teve alta de 0,79% e em doze meses registrou crescimento de 1%.

Quanto à reunião do Copom, o primeiro encontro sob o comando de Roberto campos Neto, o novo presidente do BC, o colegiado decidiu por unanimidade manter a taxa Selic em 6,50% ao ano e justificou a decisão pela cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa caindo 5,45%. No ano a variação positiva é de 6,55% e em doze meses de 11,09%. O dólar, por sua vez, subiu 1,23% na semana e o IMA-B Total caiu 0,68%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 22 de março, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,89% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, frente a 7,75% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,00%, frente a 2,01% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,78%, frente a 2,80% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 81 bilhões em 2019, frente a US$ 80 bilhões na última pesquisa e de US$ 83,38 bilhões em 2020, frente a US$ 82,30 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de prévia da inflação do consumidor em março.

Nos EUA, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do quarto trimestre de 2018.

No Brasil, além dos dados parciais de inflação, teremos a divulgação da ata da última reunião do Copom e da taxa de desemprego em fevereiro.

No exterior, o evento mais importante será a divulgação de nova estimativa do PIB americano e no Brasil será a divulgação da ata da última reunião do Copom, em que a taxa Selic foi mantida.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -22/03/19

Índices de Referência -Fevereiro/2019

NOSSA VISÃO – 18/03/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a agência Eurostat informou que a produção industrial da região em janeiro cresceu 1,4% frente a dezembro e caiu 1,1% em comparação a janeiro de 2018, menos do que as estimativas dos analistas.

Já a inflação do consumidor em fevereiro foi confirmada em uma alta de 1,5% na base anual, após subir 1,4% em janeiro.

Nos EUA, as vendas no varejo subiram 0,2% em janeiro, frente a dezembro, impulsionadas principalmente pelo aumento nas compras de material para construção. Quanto a produção industrial em fevereiro, a alta de 0,1% acabou ficando abaixo da previsão de alta de 0,3%.

Em relação a inflação do consumidor em fevereiro, a alta de 0,2% dos preços, ante janeiro era prevista pela maioria dos analistas consultados .

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,99%, o FTSE-100, da bolsa inglesa avançou 1,74%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 2,89% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,02%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,45% na primeira quadrissemana de março, subiu 0,57% na segunda. Já o IPC-Fipe, que terminou fevereiro com alta de 0,54%, avançou também 0,54% na primeira quadrissemana de março. O IGP-M, por sua vez, subiu 0,71% na primeira prévia de março, após ter subido 0,20% na primeira prévia de fevereiro.

Conforme o IBGE, o IPCA de fevereiro subiu 0,43%, depois de ter subido 0,32% em janeiro. As maiores pressões vieram dos preços dos alimentos e bebidas. No ano o avanço ficou em 0,75% e em doze meses em 3,89%.Já o INPC subiu 0,54% em fevereiro, 0,90% no ano e 3,94% em doze meses.

Quanto ás vendas no varejo, de dezembro para janeiro a alta foi de 0,4% e de 1,97% em doze meses, ambos os resultados melhores do que as estimativas.

Para a bolsa brasileira, foi outra semana de alta, com o Ibovespa subindo 3,96% e atingindo novo recorde. No ano a variação positiva é de 12,80% e em doze meses de 16,79%. O dólar, por sua vez, caiu 0,86% na semana e o IMA-B Total subiu 1,28%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 15 de março, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,89% em 2019, frente a 3,87% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,75%, frente a 8% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,01%, frente a 2,28% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,80%, frente a 2,70% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 80 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 82,30 bilhões em 2020, frente a US$ 82,52 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços, em março.

Nos EUA, também teremos a divulgação do PMI industrial e do de serviços, em março, além da realização de nova reunião do FED sobre a política monetária..

No Brasil, além dos dados parciais de inflação, teremos nova reunião do Copom, além da divulgação do IBC-Br de janeiro.

No exterior, o evento mais importante será a reunião do FED, em que a taxa básica de juros deverá ser mantida e no Brasil será a reunião do Copom, em que a taxa Selic também deverá ser mantida.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –15/03/19

Índices de Referência –Fevereiro/2019

NOSSA VISÃO – 11/03/2019

Retrospectiva

Passados os feriados de carnaval, o país volta todas as suas atenções para a Câmara dos Deputados, onde nesta semana será instalada a primeira comissão que examinará a proposta do governo de reforma da Previdência. Será a Comissão de Constituição e Justiça.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a agência Eurostat informou, em sua estimativa final, que o PIB da região cresceu 0,2% no quarto trimestre de 2018 e 1,1% no ano todo.

Já em 2019, as vendas do varejo subiram 1,3% em janeiro, frente a dezembro e 2,2% na comparação anual. A inflação do consumidor em fevereiro, por sua vez, subiu 1,5% na base anual, após subir 1,4% em janeiro.

Em nova reunião, o Banco Central Europeu manteve em 0% a taxa de refinanciamento e em -0,4% a de depósitos, como era o esperado.  Com a economia mais fraca, o BCE disse que agora pretende manter os juros no atual patamar até o fim de 2019 e não mais até o meio do ano.

Nos EUA, também foi divulgada estimativa do PIB do quarto trimestre de 2018, que cresceu 2,6% frente ao terceiro e 2,9% durante o ano. A alta superou a estimativa dos analistas.

Em relação ao mercado de trabalho, foi divulgada a criação de 20 mil novos postos de trabalho não rural em fevereiro, muito abaixo da estimativa de 185 mil e o pior resultado em 17 meses. A taxa de desemprego que era de 4% em janeiro, recuou para 3,8% em fevereiro.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi novamente de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 1,24%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 0,03%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, caiu 2,16% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,67%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,35% em fevereiro, subiu 0,45% na primeira quadrissemana de março. Já o IPC-Fipe, terminou fevereiro com alta de 0,54% e o IGP-M com alta de 0,88%.

Conforme o IBGE, o PIB do Brasil cresceu 0,1% no quarto trimestre, frente ao terceiro e terminou 2018 com avanço de 1,1%. No ano o setor agrícola subiu 0,1%, o industrial 0,6% e o de serviços 1,3%.

O IBGE também informou que a taxa de desemprego avançou para 12% no trimestre encerrado em janeiro, com 12,7 milhões de pessoas desempregadas.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa subindo 0,80%. No ano a variação positiva é de 8,51% e em doze meses de 10,41%. O dólar, por sua vez, subiu 2,24% na semana e o IMA-B Total subiu 0,14%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 08 de março, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,87% em 2019, frente a 3,85% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 8,00%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,28%, frente a 2,30% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,80%, frente a 2,70% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 80 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 82,52 bilhões em 2020, frente a US$ 83,76 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em janeiro e da última estimativa da inflação do consumidor em fevereiro.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo em janeiro, da inflação do consumidor e da produção industrial em fevereiro.

No Brasil, além dos dados parciais de inflação, teremos a divulgação do IPCA de fevereiro, das vendas no varejo e do IBC-Br em janeiro.

No exterior, as divulgações sobre a atividade econômica são o evento mais importante da semana e no Brasil será o avanço da reforma da Previdência.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -08/03/19

Índices de Referência -Janeiro/2019

 

NOSSA VISÃO – 25/02/2019

Retrospectiva

E foi apresentado pelo governo o projeto de reforma da Previdência, que além de apresentar novas idades mínimas para a aposentadoria, estabelece as bases para criação de um sistema de capitalização da previdência no futuro. Conforme o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, a economia total a ser obtida em dez anos, coma a reforma, é superior a R$ 1 trilhão, se o projeto for aprovado na íntegra.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o PMI composto, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, subiu de 51 pontos em janeiro para 51,4 em fevereiro, atingindo o maior nível em três meses, segundo dados preliminares.

Por seu turno, a inflação do consumidor subiu efetivamente 1,4% anualizado, em janeiro, perdendo força em relação ao aumento de 1,6% em dezembro.

Nos EUA, as encomendas de bens duráveis subiram 1,2% em dezembro, frente a novembro, sendo o maior ganho desde agosto do ano passado.

Em relação à ata da última reunião do FED, seus membros expressaram maior preocupação com os riscos para o crescimento econômico dos EUA, levando-os a sinalizar uma suspensão dos aumentos da taxa de juros e discutiram também a redução da carteira de US$ 4 trilhões em títulos do governo.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi novamente de altas, em sua maioria. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,40%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 0,80%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, avançou 0,62% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,51%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,34% na segunda quadrissemana de fevereiro, subiu 0,29% na terceira. Já o IPC-Fipe, que subiu 0,58% na segunda quadrissemana de fevereiro, terminou a terceira com alta de 0,53%.

Conforme o IBGE, o IPCA-15 registrou alta de 0,34% em fevereiro, após ter avançado 0,30% em janeiro. É a menor alta para um mês de fevereiro desde a implantação do Plano Real.

Para a bolsa brasileira, foi novamente uma semana de alta, com o Ibovespa subindo 0,37%. No ano a variação positiva é de 11,38% e em doze meses de 12,13%. O dólar, por sua vez, subiu 0,74% na semana e o IMA-B Total caiu 0,42%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 15 de fevereiro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,85% em 2019, frente a 3,87% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 8,00%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,48%, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,65%, frente a 2,58% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 80 bilhões em 2019, frente a US$ 79,50 bilhões na última pesquisa e de US$ 83,76 bilhões em 2020, frente a US$ 82,52+ bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em fevereiro e da taxa de desemprego em janeiro.

Nos EUA, teremos a divulgação dos pedidos de bens duráveis em janeiro e de prévia do PIB do quarto trimestre de 2018.

No Brasil, teremos a divulgação dos dados parciais de inflação, a taxa de desemprego em janeiro e do PIB do quarto trimestre de 2018.

No exterior, o evento mais importante da semana é a divulgação da prévia do PIB americano no quarto trimestre de 2018, assim como no Brasil.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -22/02/19

 

Índices de Referência -Janeiro/2019